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Superinteressante edição 247
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Outras matérias

Sexo na Igreja

Quero parabenizar a revista por tratar bem um assunto tão sério (“Pecados Santos”, dezembro, pág. 66). Desde a criação da Igreja, temos sido obrigados a conviver com a ignorância. Foi assim na Inquisição e em muitos outros episódios que a humanidade viveu ao longo de quase dois séculos de catolicismo. Se no início existiam pessoas com boas intenções, elas já se foram há muito tempo, e delas nada restou.

Marco Bella Rosa,

Vitória, ES

O apóstolo Paulo de Tarso, apesar de defender a idéia do celibato, não exigia que os bispos o cumprissem. Isso indica que, nos tempos dos primeiros cristãos, os bispos podiam se casar. Então, se nem Cristo nem os apóstolos exigiam o celibato, por que a Igreja o exige?

Eduardo Antônio da Silva,

Salvador, Ba

Acho que um padre entrando de mãos dadas com uma criança dentro de um confessionário seria uma excelente e polêmica capa, não acham?!?

Allysson Fadel,

Manaus, AM

Não sou contra esse tipo de matéria. Mas acho que a Super apimentou a reportagem com detalhes que não passam de especulação. Vejo que a revista não está preocupada em mostrar fatos, mas em gerar polêmica. Salvo uma reportagem antiga, sobre como ter uma religião pode fazer bem para as pessoas, nunca vi a revista fazer uma reportagem ressaltando o lado bom da Igreja.

Adriana Rezende

Talvez os escândalos da Igreja Católica apareçam mais na mídia porque Jesus fundou-a (está na Bíblia), há mais de 2 mil anos. Não podemos esquecer, porém, que ela é feita por seres humanos em busca da santidade, e não santos.

Luciana Sieczko,

Rio de Janeiro, RJ

Não defendo a impunidade desses criminosos, que devem ser julgados pelas leis da Igreja e também pelas leis dos países onde vivem. Mas citar o número de sacerdotes denunciados por crimes sexuais nos EUA, para em seguida concluir que os casos de pedofilia são 4 vezes mais comuns entre os padres do que na população, é manipular informação.

Vitor Last Pintarelli,

São Paulo, SP

A Igreja não quer que os padres tenham filhos para não correr o risco de ser questionada quanto a sua herança. Uma simples manutenção do poder material. Mas me pergunto: como uma pessoa que não tem família e não trabalha como os outros pode aconselhar e orientar outras pessoas?

José Fábio,

Campo Grande, MS

Bruxas

Adorei a matéria “Bruxas por Trás da Caça” (dezembro, pág. 96). Além de ser um assunto que chama a atenção pelo mistério, foi uma matéria esclarecedora.

Viviane Modanez,

Itu, SP

De onde viemos

Esses cientistas têm uma precisão extraordinária (“De Onde Viemos?”, novembro, pág. 70): o big-bang aconteceu, mesmo sendo um mistério. Nós e a revista Superinteressante éramos a mesma coisa e estávamos espremidos num ponto, bilhões de vezes menor que a cabeça de um alfinete. Há 13,7 bilhões de anos, a cabeça começou a crescer e tornou-se matéria num tempo incrível de 10 milésimos de 1 milésimo de segundo. Finalmente, há 540 milhões de anos, a VIDA começou na Terra! Incrível esses instrumentos de precisão. Os fabricantes foram os terrestres mesmos?

Valdir Lino de Albuquerque,

Recife, PE

Como pôde um amontoado de partículas inanimadas se juntarem e daí criarem outras partículas com vida, como o DNA? Será que aí não houve uma pitada de algum outro “ser superior”, que existia muito antes de haver a grande explosão? É como, de um amontoado de ferro velho, surgir um pé de alface.

Walter José Carneiro,

Campina Grande, PB

Tenho mais de 20 anos de Super e não me lembro de um texto sobre astronomia tão fabuloso quanto o de Salvador Nogueira. É simplesmente espetacular como esse cara explica a origem do Universo e da vida, passo a passo, e com uma linguagem extremamente simples e descolada.

Vicente Amintas Jorge

Sem sacos plásticos

Essa história dos sacos plásticos (“Cortar o Saco para Salvar o Mundo”, dezembro, pág. 38) virou uma paranóia mundial, onde os vilões são os comerciantes que os utilizam. Porém, continuam a fabricar saco plástico para lixo e ninguém diz nada. Como fazemos com o lixo doméstico? Colocamos direto nos latões? Como solucionar esse problema?

Luiz Carlos Vidal,

Guarulhos, SP

Futuro do etanol

É impressionante como uma revista científica aborda um assunto obsoleto, ultrapassado e encerrado como fosse se tornar uma tendência (“O Brasil Não Vai Ser a Arábia do Etanol. E Isso Será Bom”, dezembro, pág. 33). O etanol, assim como os biocombustíveis, não serão úteis como tal. Aliás, nem sequer será fabricado. Ele é caro, poluente e demanda um grande recurso natural.

José Augusto Fonseca Lima,

Volta Redonda, RJ

Vai faltar comida a níveis inaceitáveis, diz a matéria. Vai faltar para quem? No Brasil? Se o mundo cortasse o desperdício de alimentos em 5% (no Brasil esse número é superior a 30%), não haveria fome no mundo. A verdade é que o Brasil detém a tecnologia que apresenta melhor custo/benefício em biocombustíveis, e isso incomoda muita gente. Os EUA estão correndo atrás, pois o milho (subsidiado) é caro e não rende, as algas não proliferam e lá não dá para plantar cana-de-açúcar.

José Renato Mesa,

Campinas, SP

Guia de TV pela Internet

A revista sempre faz questão de estar na crista da onda. Fiz a defesa do meu TCC sobre marketing viral, e um dos cases foi justamente o da TV interativa, citado na matéria (“E o Bambu?”, dezembro, pág. 90). Pena a SUPER não ter chegado um dia antes...

Celina Santos,

Belém, PA

Enquanto gravava o episódio 10 da 2ª temporada de Heroes, folheava a revista. Fui direto ao ponto de que mais gosto: tecnologia. Daqui a dois dias expira o prazo para que minha operadora me entregue o Nokia N95. Fico feliz ao saber que ele é o “sonho de consumo” dos smartphones (Especial Tecnologia, dezembro, pág. 107). O computador já estava desligado. Heroes entrou no dvd, mas a “última-primeira folheada” me jogou para “E o Bambu?” Não agüentei os risos e trouxe o notebook para a cama. Fiz o sacrifício de ligá-lo e compartilhar esse momento com vocês. A primeira hora do mês com a revista já valeu a pena.

Sérgio Tavares Filho,

Curitiba, Pr

Google Earth

Adorei a matéria que fala sobre fotos estranhas tiradas a partir das câmeras do Google Earth (“Estranhos entre Nós”, dezembro, pág. 102). Foi muito bom saber que as câmeras de alta resolução podem distorcer as imagens.

Marcelo Zanetti,

Americana, SP

Quem é mais inteligente

Gostei muito da matéria “Brancos São Mais Inteligentes Que Negros?”, (dezembro, pág. 52). Classificar a inteligência das pessoas pela cor da pele seria um ato preconceituoso e muito injusto. A SUPER contribui para derrubar qualquer argumento discriminatório.

Rute Helena Nunes de Pontes,

Mairiporã, SP

É útil, sim

Quem disse que o Manual era um desperdício e que a revista deveria escolher melhor o que fazer com a última página estava delirando. A edição de novembro é pra lá de útil se colocarmos em consideração a quantidade absurda de ataques de pit bulls que estão acontecendo em todo o país (“Como Sobreviver a um Ataque de Pit Bull”, novembro, pág. 122).

Giselle T. Martins,

Jundiaí, SP

A matéria de capa repercutiu e gerou polêmica dentro da Igreja. “Sou padre e reconheço que existam muitas questões no campo da afetividade e sexualidade na berlinda. Contudo, os erros não diminuem o valor da vida de milhares de padres que vivem a castidade como opção”, afirma João Mendonça. Para ele, a sociedade deveria questionar a forma de vida que as pessoas levam. O padre Anísio Baldessini concorda: “Precisamos reconhecer a vida dúbia de homens e mulheres que não são celibatários, mas juram fidelidade. Se fosse levar a sério tudo que ouço em confissão, pensaria muito antes de presidir qualquer celebração de casamento”.

 

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