
5 Luxos e 1 Lixo
De artilheiros, ele entende. É um dos grandes goleiros do Brasil, com quase 800 jogos pelo São Paulo, duas Copas do Mundo, 45 gols de falta e 31 de pênalti. Rogério Ceni indica aqui os 5 goleadores que mais admira e aquele que acha uma farsa.
Romário
Era um goleador fantástico, principalmente dentro da área. Ele se colocava muito bem: a bola chegava e Romário definia com qualidade. Isso compensava sua pouca movimentação.
Bebeto
Tinha mais velocidade que Romário e fazia gols de voleio impressionantes. Nunca esqueço o gol contra os EUA em 1994: bateu de chapa com o pé direito, quando todos esperavam uma pancada.
Careca
Eu já gostava do São Paulo e adorava ver Careca jogar. Além de definir bem, deslocava-se bastante, tocava, saía e fazia tabelas. Fez gols muito bonitos na Copa de 1986.
França
Tem jogador que precisa dar dois toques para planejar a jogada seguinte. Outros, resolvem com um só. O França precisava de meio toque. E, além de tudo, fazia muitos gols bonitos.
Luís Fabiano
Para ele, a jogada nunca está perdida. Sabe como dominar a bola, livrar-se dos zagueiros e fazer o gol. Não vê diferença entre jogar em casa ou fora: sempre resolve a situação.
Lixo - Paolo Rossi
Um jogador comum com a sorte de ter seu grande momento em uma Copa do Mundo. Em 1982, eu tinha 8 anos e faltei à aula para torcer para o Brasil. O Rossi acabou com a minha alegria.