Ir para conteúdo | Ir para menu do site | Ir para home do site

Superinteressante

Superinteressante

Supermanual

Superinteressante edição 232
Edição anteriornov 2006 Edição posterior
Receba as atualizações da Super em seu RSSRSS
Outras matérias

 

Como driblar o telemarketing

Mario Mele

 

Em 1880, apenas 4 anos após Graham Bell patentear o telefone, um confeiteiro alemão descobriu que poderia usar o aparelho para oferecer suas iguarias. Montou um cadastro de clientes e, sem saber, inventou o telemarketing. Maldito confeiteiro alemão!

 

Contra o telemarketing receptivo (quando é você que liga)

Digite *, # ou 0 repetidas vezes.

Muitas URAs – aquele sistema em que você é guiado por uma gravação – são progra-madas para encaminhar a ligação a um atendente humano, se quem ligar não digitar uma seqüência "aceitável".

 

Passe por poliglota.

Muitas empresas oferecem atendimento em outros idiomas. Solicitá-lo é uma ótima for-ma de furar fila em centrais congestionadas. Nem precisa conhecer outro idioma: os ope-radores são sempre bilíngües.

 

Xingue deus e o mundo.

O truque só vale para atendimentos em que você responde para uma máquina. Alguns sistemas reconhecem entonações na voz – inclusive sinais de irritação. Se você gritar, a ligação é encaminhada para o operador.

 

Tenha piedade.

Operadores de telemarketing são destratados por nós 24 horas por dia, 7 dias por semana. Se você for cordial, encontrará um atendente disposto a ajudar o único cliente simpático do dia. Costuma dar certo.

 

Contra o telemarketing ativo (quando é a empresa que liga)

Finja-se de gago.

Operadores têm metas a cumprir. Não é vantagem para eles prolongar conversas desarticuladas. Outra saída é se fingir de criança. O código de ética do telemarketing (ele existe!) proíbe vendas a menores de idade.

 

Negue que você é você.

Ligações de telemarketing não são aleatórias. As empresas sabem o alvo do ataque – que raramente é o motorista ou a faxineira. Assim, negue ser o dono da casa – mas cuidado para não se entregar no primeiro alô).

 

Diga não, obrigado.

Muita gente acha que dizer não é chato e passa horas ouvindo blablablá mesmo sem interesse em comprar algo. Aí vai a notícia: operadores preferem ouvir não logo de cara para ir rapidamente atrás da próxima vítima.

 

Fontes: Izidro Pedro dos Santos Costa Filho (diretor da TRD-Tecnologia) e Associação Brasileira de Telemarketing.

 

 

Capa de Super 265 Leia a Super 265
Publicidade
Anuncie
topo
Superinteressante

[1987 - 2009] Editora Abril S.A.

Todos os direitos reservados.