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3 Perguntas Para Entender

As patentes

Bruno Vieira Feijó

 

QUALQUER PESSOA PODE PATENTEAR UMA INVENÇÃO?

Pode. Desde que siga algumas regras bastante rígidas. No pedido de registro, por exemplo, não basta escrever que o seu produto oferece mais segurança ou perfeição em comparação aos demais. É preciso citar documentos e anexar estudos que mostrem as "falhas" dos concorrentes. A idéia é provar como a invenção pode trazer benefícios inéditos à sociedade. No Brasil, quem aprova ou não os pedidos é o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), que demora, em média, 5 anos para analisá-los (nos EUA, são 2 anos) e cobra entre R$ 2 mil e R$ 3 mil.

 

QUAL A DIFERENÇA ENTRE PATENTE, MARCA, COPYRIGHT E ROYALTY?

Copyright é o termo em inglês para "direito autoral", que protege as criações intelectuais de escritores e artistas. Não precisa ser registrado. As que precisam entrar com o pedido no INPI é a patente, que protege invenções, e a marca, que protege símbolos e logotipos. Royalty é a comissão paga ao dono de uma patente por quem deseja explorá-la comercialmente.

 

QUEM REQUISITA MAIS PATENTES?

O último levantamento, concluído em abril, colocou a Unicamp em 1º lugar, com 191 pedidos de 1999 a 2003. Em 2º lugar ficou a Petrobras, que até então ocupava o 1º lugar, com 171 pedidos.

 

 

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