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Superinteressante edição 140
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A ciência no dia-a-dia

Regina Pereira

Além de noticiar as últimas novidades e conquistas científicas, nós aqui da SUPER passamos um bom tempo procurando descobrir como a ciência pode explicar os assuntos do dia-a-dia. Na edição de março quebramos a cabeça para mostrar como a ciência econômica analisa a crise brasileira. Pois não é que O Brasil na caçapa foi a reportagem mais comentada por vocês? Ficamos contentes com esse interesse. O sucesso reforça a certeza de que nossos leitores adoram ver o conhecimento aplicado ao cotidiano. Nessa hora, nossa satisfação de estar no caminho certo pode ser comparada à alegria de um jogador de sinuca ao pôr a bola 7 na caçapa.

No mês de março recebemos:

2 062 e-mails

1 423 telefonemas

886 cartas

 

Veja abaixo as reportagens mais comentadas, por e-mail e por carta:

 

O Brasil na caçapa ................ 29

A fera anda solta ................. 22

Que bicho vai dar? ................ 15

Na linha de chegada ............... 14

5, 4, 3, 2, 1... BUG! ............. 12

No mês de março, 343 leitores responderam à pergunta:

 

Você acha que a batalha pelo recorde justifica o uso do doping pelos atletas?

 

329 (96%) são contra o uso de substâncias para melhorar o desempenho nos esportes.

 

"A finalidade de uma competição não é apenas o recorde, mas também testar os limites do homem em condições naturais de saúde."

João da Cruz Alves Abreu Júnior

Bacabal, MA

 

"Mesmo havendo quebra de limites, a vitória será da droga e não do homem."

Marinice Andreghetto

São José do Rio Pardo, SP

14 (4%) disseram sim ao uso do doping.

 

"Desde que se garanta que o atleta não vai sofrer danos, não há problemas."

Murillo Falangola Martins

Salvador, BA

Você é a favor da esterilização de pit bulls e outros cães ferozes?

 

Opine por telefone, por e-mail ou carta. Se a sua carta ou mensagem for publicada nesta seção, você receberá em casa uma camiseta da SUPER. Os pobres no buraco

 

Está na hora de mudarmos de jogo, pois a economia mundial está sendo manipulada pelo sistema capitalista, que encaçapa os países mais pobres em uma grande sinuca, como a mostrada em O Brasil na caçapa (número 3, ano 13). Que bem traz um sistema que faz tantos excluídos?

Ronaldo Ramos dos Santos

Belo Horizonte, MG

Economia criativa

 

Como estudante de economia, fiquei completamente fascinado com a criatividade e a clareza que vocês esbanjaram em O Brasil na caçapa. É uma reportagem excelente.

Paulo Roberto Soares Luna

Feira de Santana, BA

 

Quem não joga bem?

 

Além de apresentar de maneira simples a jogatina em que a economia brasileira se transformou, a reportagem O Brasil na caçapa mostrou que Fernando Henrique Cardoso é péssimo como "jogador de sinuca".

Antonio Carlos Sales

Sete Lagoas, MG

 

Jogada perfeita

 

A reportagem O Brasil na caçapa explicou, com uma tacada simples e inteligente, os problemas da economia brasileira.

Régis Gonçalves de Oliveira

Ibitinga, SP

O bug esclarecido

 

A reportagem 5, 4, 3, 2, 1... BUG! (número 3, ano 13) foi esclarecedora. Há algum tempo estão falando que os computadores vão parar, mas nunca tinha lido nada que explicasse isso direito.

Kleber de Araújo

São Paulo, SP

 

E se faltar energia?

 

5, 4, 3, 2, 1... BUG! tratou de um dos problemas que teremos no final deste ano. Embora meu computador já esteja protegido, fiquei preocupado com a questão da energia elétrica.

Sávio Mendes Domingues

Rio de Janeiro, RJ Polêmicos geoglifos

 

Em março publicamos uma carta de Maurício Pedrosa, de Parati (RJ), que falava da reportagem Sinais de trânsito milenares (número 1, ano 13). Segundo ele, os ETs seriam a explicação para os geoglifos do Atacama, no Chile. Alguns leitores discordam:

 

A ciência no buraco

 

Como professor de Matemática e pesquisador, acho que Maurício Pedrosa ofendeu o trabalho de cientistas sérios e tentou empurrar os resultados de um trabalho de investigação científica para o buraco da crendice.

Augusto Vieira Cardona

Porto Alegre, RS

Humanos competentes

 

O senhor Maurício quer nos induzir a acreditar que os nossos antepassados não tinham competência para realizar feitos iguais àqueles? Se ele pensa assim, o que se dirá daqui a mil anos? Que tudo o que realizamos hoje é conseqüência da visita de ETs?

Evair Moreira

Curitiba, PR

Respeito mútuo

 

Temos que respeitar a opinião do leitor Maurício Pedrosa, que acha fascinante a possibilidade de ETs terem vindo à Terra para desenhar no chão, mas ele deveria ter respeito também em relação à tese dos arqueólogos.

Rafael D’Andrea Rocha

Rio de Janeiro - RJ Belo trabalho do biólogo

 

Ao ler A fera anda solta (número 3, ano 13), fiquei triste por saber que moro na mesma cidade do Tonho da Onça, que já matou muitas suçuaranas. Por outro lado, ainda bem que existem pessoas como o biólogo Leandro Silveira fazendo um belo trabalho em função desses felinos.

Alex C. Pimenta

Rondonópolis, MT

 

O puma e a árvore

 

Parabéns pela reportagem A fera anda solta. Há uma lacuna muito grande de conhecimento sobre nossa fauna, que precisa ser preenchida com reportagens de grande alcance. No entanto, gostaria de enfatizar que a probabilidade de o puma atacar um pedestre é semelhante à de uma árvore tombar sobre sua cabeça.

Marcelo Mazzolli

Telêmaco Borba, PR

 

O leitor Marcelo Mazzolli participa de um projeto dedicado ao estudo de pumas. Quem quiser conhecer é só acessar o site: www.portadig.com.br/puma O mosquito na injeção

 

Achei as imagens que ilustram Que bicho vai dar? (número 3, ano 13) muito criativas. Aquele mosquito com corpo de seringa ficou impecável. Aliás, os hospitais também poderiam usar figuras assim, diminuindo o medo que as crianças têm de injeção.

Rômulo Teixeira

Fortaleza, CE

 

Os alunos da sexta série da Escola Criativa de Uberaba, em Minas Gerais, sempre utilizam a SUPER em sala de aula. No mês de março, alguns nos escreveram para comentar a reportagem Que bicho vai dar?:

 

"Achei muito legal por mostrar que podemos tomar o gene do próprio bicho para curar a doença que ele transmite. É bom saber que a cada dia que passa a ciência evolui."

Elis Bartonelli

 

"Eu acho que deveriam tomar muito cuidado antes de lançar essas esquisitices no mercado."

Adriana Silva Teixeira

 

"Acredito que o leite que já vem com remédio poderá trazer grandes benefícios."

Paulo Vitor Concorrência desleal

 

Impressionante a evolução esportiva que foi mostrada em Na linha de chegada (número 3, ano 13). Entretanto, os casos de doping são revoltantes, pois representam prejuízo ao adversário não dopado que se esforçou para obter boas marcas.

Bruno Roseguini

Araraquara, SP

Genética ilimitada

 

Sou contra a idéia de que o limite biológico humano já foi alcançado, como disse Wilder Hollman na reportagem Na linha de chegada. Acho que os limites físico e intelectual jamais serão alcançados. É só lembrar que ninguém até hoje enfrentou um ser geneticamente alterado.

Sérgio Fernando dos Santos

Limeira, SP Paixão por astrofísica

 

Fiquei tonto com Piruetas no vácuo (número 3, ano 13). Aliás, nunca deixo de ler as reportagens da SUPER sobre Astrofísica, pois sou um apaixonado por esse tema. Einstein nos mostrou o alvorecer. Estamos tão integrados ao Universo que já não consigo me ver caminhando sem imaginar meu corpo rompendo o espaço nessa geléia de partículas inimagináveis. Parabenizo a revista por textos desse nível.

Valmir Lopes Vieira

Campina Grande, PB

 

Einstein para leigos

 

O texto conciso de Piruetas no vácuo permitiu, mesmo aos leigos no assunto, entender o por quê de a Teoria da Relatividade não englobar a gravidade. Esperamos com ansiedade os resultados do projeto Sonda de Gravidade para ver se, uma vez mais, Einstein estava certo.

Carlos Fitsgerald Kondlatsch

Rio Negro, PR De quem é essa digital?

 

Quando li Como uma luva (número 3, ano 13) surgiu uma dúvida: se as impressões digitais da mão transplantada são diferentes, como ficarão os documentos do paciente que a recebe?

Manoela Neris de Lima Terra Roxa, PR

 

O médico Marco Segre, do Departamento de Medicina Legal da Universidade de São Paulo, responde:

 

"A impressão digital é rigorosamente individual. É por isso que está em documentos como o RG e fica arquivada nas Secretarias de Segurança Pública. Se o indivíduo receber a mão de um doador com impressões diferentes, deverá fazer um novo registro na Secretaria e providenciar novos documentos para evitar problemas."

 

Transplante de mão, não!

 

Fiquei enojada ao ler Como uma luva. Transferir um órgão vital tudo bem, mas fazer transplante de mão é muita ousadia.

Alice Costa

Juscimeira, MTMERIDIANO

Na página 30 (número 2, ano 13), a ilustração mostra o meridiano de acupuntura chamado Du ou governador, e não o da bexiga. Ainda nessa página, o médico Ysao Yamamura é citado como chefe do Departamento de Acupuntura da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mas na verdade ele chefia o Setor de Acupuntura do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Unifesp.

 

MERCÚRIO

Mercúrio tem raio de 2 400 quilômetros, e não diâmetro como foi mencionado na página 74 (número 3, ano 13).

 

DATA

Na página 75 (número 4, ano 13), a fase quarto crescente da Lua está representada no céu no dia 2 de abril. Mas a data correta é 26 de abril.

 

ACNE

Na página 23, da seção Superintrigante (número 3, ano 13), foi dito que o ácaro Demodex folliculorum provoca a acne, o que é incorreto. A responsável pelas espinhas é a Propionobacterium acne. A dermatologista Tereza Makaron, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, foi citada erradamente afirmando que "o cravo é um poro entupido de gordura". Na verdade, ela não disse gordura, e sim sebo.

 

CRÉDITO

Nas páginas 8 e 9 (número 4, ano 13) não foi dado o crédito à foto da tartaruga mordedora, que é da Science.

 

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