Superblog A equipe do site da SUPER traz o que há de mais curioso na rede. Atentos às novidades, Claudia Fusco, Gisela Blanco e Kleyson Barbosa escrevem também sobre as tendências no mundo virtual.
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(imagem via PopSci)
Por Cláudia Fusco
Poucas coisas animam tanto a gente quanto a possibilidade de recriar o estado inicial do Universo dentro de um túnel de 6 bilhões de dólares. Essa é a ideia geral dos criadores do Grande Colisor Hadron, ou Large Hadron Collider, em inglês. A gente já falou sobre o LHC várias vezes aqui na Super, de tão maluca e genial que é a ideia. Se o projeto for pra frente, a ciência vai poder entender melhor várias teorias criadas sobre o Universo, como a composição da matéria escura e a origem dos buracos negros.
Mas isso só vai acontecer se as baguetes não estragarem os planos.
Pois é. Nessa semana, bastou cair um pedacinho de pão dentro do circuito do LHC para que o gigantesco acelerador de partículas desligasse completamente. O pior é que nem dá para culpar aquele um funcionário desavisado por ter deixado cair o sanduíche de mortadela na máquina: de acordo com o jornal The Register, o desligamento do LHC é obra de um passarinho, coitado, que perdeu seu almoço lá dentro.
O farelinho causou um superaquecimento no setor 81 da máquina, que deve ficar em manutenção por algum tempo depois do “incidente”. Para os responsáveis sobre o projeto, é normal que pequenos transtornos como esse ocorram de vez em quando, por causa do tamanho do acelerador.
O LHC já viu dias mais negros neste ano: em setembro, quando foi reativado, o circuito elétrico da máquina deu pau e destruiu centenas de metros de ímãs internos. O retorno à experiência estava prevista para o fim deste mês, mas o “bombardeio de pão” deve atrasar os planos.
Bons tempos em que farelos de pão e passarinhos só atrapalhavam João e Maria...
Por Gisela Blanco
Comemorou o feriado
dos mortos? Mesmo que a sua festa tenha sido boa de morrer, você dificilmente teve tantos motivos fúnebres para celebrar quanto essa galera aqui. Isso é... se eles
estivessem vivos para poder comemorar. Confira a lista das pessoas que mais se
deram bem depois de mortas!
Morto mais rico
Michael Jackson pode
até ser o morto mais ilustre do ano, mas ainda não é o mais rico. Segundo a
lista recém-publicada pela revista Forbes, O posto é do finado estilista Yves
Saint Laurent, que esse ano faturou 350 milhões de dólares com um leilão de
suas posses: obras de arte, móveis, antiguidades e por aí vai. Foi o leilão
póstumo mais bem sucedido da história. Saint Laurent não viveu para ver nem para
gastar o dinheiro, mas ele vai ser bem empregado em programas de combate ao
vírus da Aids por seu companheiro em vida, o empresário Pierre Bergé. E se você
ainda se pergunta “E o Michael?”, não se preocupe. Ele não é um presunto nada
pobre: ficou em 3º lugar na lista, faturando US$ 90 milhões depois de morto e
ultrapassando até Elvis Presley (55 milhões).
Morto mais premiado
Depois de bater as
botas, o diretor de arte William A. Horning, ganhou duas das estatuetas mais
concorridas do cinema. Uma pelo filme Gigi
(1959) e outra por Ben Hur (1960). Já
dentre os atores, só dois ganharam o prêmio e não puderam buscar porquê estavam
ocupados comendo grama pela raiz: Peter Finch, em 1977 pelo filme Rede de Intrigas e Heath Ledger, que ganhou a
categoria de melhor ator coadjuvante com Batman,
o Cavaleiro das Trevas no início desse ano.
Morto mais prestigiado
Nada mais comum no
mundo das artes do que ficar famoso e ser reconhecido depois de bater as botas.
Um bom exemplo é o holandês Vicent Van Gogh, que antes de morrer era um Zé
ninguém. Não vendia quadro nenhum e ainda era conhecido na vizinhança como o
maluco que corta a própria orelha. Mais de 100 anos depois da sua morte, ele é
um dos artistas plásticos mais importantes e influentes da história da arte.
Considerado uma das maiores influências do movimento modernista, seus quadros
estão na lista dos mais caros do mundo. Um deles, retrato de Dr. Gachet,
foi vendido por $134 milhões de dólares em 1990.
Mortos mais visitados
São certamente os que
vivem no cemitério Père-Lachaise, em
Paris. Também pudera: tantas celebridades escolheram ser
enterradas por lá que o lugar é praticamente uma calçada da fama em forma de lápides.
Dentre os restos mortais enterrados por lá estão os de Oscar Wilde, Edith Piaf,
Marcel Proust e do cantor Jim Morrison, de longe o mais visitado.
Nasceu hoje: um Orkut
novinho. Uma plataforma mais prática, mais rápida, mais divertida e mais... parecida com o Facebook. Foi colocado no
mundo pelo pessoal do Google para substituir aquele que você usa agora e de
quebra tentar reconquistar os usuários atraídos pelo concorrente. Olha a cara dele aí: 
Mas antes de fechar essa
página e correr para o Orkut, calma lá: por enquanto ele ainda é restrito para
convidados, que nem no começo da história da rede social. Lembra? Alguém te
convida, e aí você chama mais 50 pessoas, que podem mandar convites para outras
50... até todos aparecerem por lá ou o Google resolver liberar a plataforma
para todo mundo. Afinal, a idéia da empresa é aos poucos migrar todos os
usuários mesmo. “A cada 4 ou 5 anos toda plataforma precisa ser atualizada para
não ficar obsoleta”, diz Berthier Ribeiro Neto, diretor de engenharia do Google
para a América Latina. E para não ficar muito atrás da concorrência, certo?
Outras novidades
legais do Orkut: vai dar para trocar as cores do seu perfil (mas não muito: por
enquanto são só 5 opções e sim, o azul bebê continua lá no plano de fundo), fazer upload de
várias fotos ao mesmo tempo, selecionar quais pessoas ou grupos podem ver cada
uma delas, uma ferramenta para propagandas pessoas chamado “Promova”, que
promete diminuir a quantidade de spams; espaço para depoimentos em vídeo dos
seus amigos (ou de você sobre você mesmo) e uma comunicação melhor com outros
aplicativos e sites.
Afinal de contas, com o monte de novas ferramentas que o Google está lançando... além do Googlewave, lançado em caráter experimental no último mês. E ontem foi a vez do OneBox, uma ferramenta para busca e compra de músicas lançada só nos Estados Unidos por enquanto. Será que esse demora a nascer por aqui? E pior: será que vai ser azul bebê?
Por Gisela Blanco
Você olha para cima e
vê um belo céu estrelado. Sabe que em algum lugar por ali estão constelações radiantes,
cometas passeando pelo Universo, estrelas cadentes colorindo o cosmos e luas exóticas
orbitando planetas desconhecidos. E para acompanhar esse lindo cenário, uma belíssima trilha sonora, certo? Errado. Os sons que os cientistas captam do espaço
sideral não são nada agradáveis. Basta conferir no vídeo aí embaixo, uma
compilação de sons de rádio telescópios.
Via weird science
Ah, a vida. Seria tão mais simples se ela viesse com um manual prático, não é? Foi pensando nisso que a Super criou o Supermanual, um guia para ajudá-lo a resolver pequenos e grandes dilemas do cotidiano.
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