Gabriela Portilho PhD em curiosidades e bizarrices pela Revista Mundo Estranho, aponta os assuntos mais bizarros do mundo das pesquisas científicas com muito bom humor
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Nos anos 80, a IBM fez um vídeo chamado The Power of 10, que mostrava o tamanho relativo das coisas no universo ao adicionar zeros às medidas. Revendo essas escalas de zero na era da nanotecnologia, o Centro de Ensino da Genética na Universidade de Utah, fez um trabalho muito legal comparando o tamanho de coisas bem pequenas, que vão de um grão de café à um átomo de carbono. Confira aqui.
"Tá maior mesmo ou foi culpa dessa vodca?"
O maior país do mundo ganhou mais 4,5 quilômetros quadrados graças a um terremoto ocorrido em 2007. O tremor elevou parte do território marítimo da costa russa fazendo com que essa região, antes coberta pela água, se tornasse parte do continente.
Outro episódio que contribuiu com o aumento do território russo foi a erupção de um vulcão na Ilha Matua, em junho deste ano. Segundo pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, o novo pedaço de terra foi criado pela junção dos fragmentos rochas vulcânicas e cinzas depositadas pelas lavas no local.
Só muda o endereço...
De acordo com uma pesquisa feita pela Uinvue, pais e filhos têm, em média, três discussões diárias de cinco minutos cada e quase todas, têm na linha da frente a mãe.
Na pesquisa feita com cerca de 3 mil famílias, as mães são vistas como as grandes encreiqueiras por gritar e estar mais frequentemente de mau-humor. No topo da lista das discussões, estão os filhos fazendo da casa “um verdadeiro hotel” e as discussões de casais.
Outros dados curiosos da pesquisa é que as filhas tendem mais a bater as portas enquanto discutem, enquanto os pais preferem sair para dirigir e refrescar a cabeça depois das brigas. A TV, também é fonte de confusões, principalmente na hora de decidir quem vai assistir o que. As mães preferem novelas, os pais, esportes e documentários, e os filhos, filmes ou reality shows.
Ai, ai, família é mesmo tudo igual. Não sei na sua, mas na minha, quatro dias por ano parece pouco!
"Aroma frutado, com notas de poeira e ácaro e um certo toque de naftalina..."
Às vezes, grandes descobertas dependem de ferramentas muito simples, como o... nariz, por exemplo. Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Londres revela o nível de degradação dos livros por meio do olfato.
Segundo os pesquisadores, aquele cheiro característico de livros velhos é resultado do desprendimento de alguns compostos voláteis orgânicos (VOCs) do próprio papel, e pode dizer muito sobre a época em que livro foi produzido.
O interessante é que, ao contrário das análises feitas em laboratório, estes testes olfativos não danificam os livros – que às vezes já estão em um estado avançado de degradação – ajudando na preservação de obras históricas.