Gabriela Portilho PhD em curiosidades e bizarrices pela Revista Mundo Estranho, aponta os assuntos mais bizarros do mundo das pesquisas científicas com muito bom humor
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Só muda o endereço...
De acordo com uma pesquisa feita pela Uinvue, pais e filhos têm, em média, três discussões diárias de cinco minutos cada e quase todas, têm na linha da frente a mãe.
Na pesquisa feita com cerca de 3 mil famílias, as mães são vistas como as grandes encreiqueiras por gritar e estar mais frequentemente de mau-humor. No topo da lista das discussões, estão os filhos fazendo da casa “um verdadeiro hotel” e as discussões de casais.
Outros dados curiosos da pesquisa é que as filhas tendem mais a bater as portas enquanto discutem, enquanto os pais preferem sair para dirigir e refrescar a cabeça depois das brigas. A TV, também é fonte de confusões, principalmente na hora de decidir quem vai assistir o que. As mães preferem novelas, os pais, esportes e documentários, e os filhos, filmes ou reality shows.
Ai, ai, família é mesmo tudo igual. Não sei na sua, mas na minha, quatro dias por ano parece pouco!
"Aroma frutado, com notas de poeira e ácaro e um certo toque de naftalina..."
Às vezes, grandes descobertas dependem de ferramentas muito simples, como o... nariz, por exemplo. Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Londres revela o nível de degradação dos livros por meio do olfato.
Segundo os pesquisadores, aquele cheiro característico de livros velhos é resultado do desprendimento de alguns compostos voláteis orgânicos (VOCs) do próprio papel, e pode dizer muito sobre a época em que livro foi produzido.
O interessante é que, ao contrário das análises feitas em laboratório, estes testes olfativos não danificam os livros – que às vezes já estão em um estado avançado de degradação – ajudando na preservação de obras históricas.
Machucou? Não passe Gelol. Chame o namorado.
Em um estudo feito recentemente na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, cientistas aplicaram um mesmo estímulo de dor no antebraço de 25 mulheres enquanto elas seguravam uma bola, a mão de homem desconhecido, e a mão de seus respectivos namorados. Depois do estímulo, as mulheres alegaram que quando seguravam as mãos dos namorados, a dor que sentiam era menor.
Logo em seguida, novos estímulos de dor foram aplicados enquanto as mulheres olhavam a foto de uma cadeira, a foto de um estranho e a foto dos namorados. E, de novo, quem olhava a fotos dos namorados também sentia menos dor.
Tá vendo, meninos? Se não puderem segurar a mãozinha das garotas, pelo menos deixem uma foto com elas.
Serve essa, benhê?
To be a rock and not to roll
Ambos estão chegando ao fim. Pelo menos, essa é a ideia de um provocativo gráfico (clique aqui para ver em alta resolução) produzido pelo pessoal do blog Overthinking It. Para fazer o comparativo, eles utilizaram como fonte as 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stones e o histórico de produção petrolífica norte-americana.
Segundo os autores, tanto o rock, como o petróleo, ganharam força nos anos 50, tiveram seu auge nos anos 60, mantiveram-se fortes nos anos 70, mas caíram drasticamente durante as décadas seguintes. Uma das conclusões deles é que, assim como o petróleo, o estoque musical de boas ideias também é finito.
Mera coincidência? Nostalgia? Reflexos da indústria cultural? Qual a sua opinião?